“Considerando o que o mundo é hoje, com toda a sua miséria, conflito, brutalidade, agressividade e assim por diante; o homem ainda é o mesmo de antes. Ainda é bruto, violento, agressivo, acumulador e competitivo. E sendo assim, construiu uma sociedade nestes termos…”
Com estas palavras de Jiddu Krishnamurt , começa o Zeitgeist Addendum. Segundo filme da série de documentários Zeitgeist que foi disponibilizado livremente via Google Video entre os anos de 2007 e 2008.
Peter Joseph, criador dos dois documentários, busca abrir a mente do telespectador ao unir fatos e teorias para propor um movimento de renovação social.
Mas afinal o que significa Zeitgeist?
Zeitgeist é um termo alemão cuja tradução significa espírito de época ou espírito do tempo. O Zeitgeist significa, em suma, o conjunto do clima intelectual e cultural do mundo, numa certa época, ou as características genéricas de um determinado período de tempo.
Voltando aos filmes…
No primeiro filme, Zeitgeist – The Movie, ele apresenta uma série de teorias relacionadas ao Cristianismo, ataques de 11 de setembro e ao Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos da América).
Já no segundo filme, Zeitgeist – Addendum, ele propõe um novo mundo ao expor o trabalho de Jacques Fresco, engenheiro futurista criador do projeto Vênus.
O fruto desses filmes é o movimento que foi criado. Hoje, pessoas do mundo inteiro se juntam para debater sobre as idéias no site http://thezeitgeistmovement.com/
Abaixo, o objetivo proposto do Zeitgeist Movement:
“Pretendemos restaurar as necessidades fundamentais e a consciência ambiental da espécie através do entendimento de quem e o que realmente somos. Juntamente com a ciência, a natureza e a tecnologia (em vez de religião, política e dinheiro) buscar a chave para nosso crescimento pessoal, não só como seres humanos individuais, mas como civilização, tanto estruturalmente como espiritualmente”.
Agora, assista aos filmes:
Zeitgeist – The Movie
Zeitgeist – Addendum
“Não é demonstração de saúde ser bem ajustado a uma sociedade profundamente doente”
(Jiddu Krishnamurt).

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