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	<title>Pensar 21 &#187; comportamento</title>
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	<description>Ideias moldam o mundo</description>
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		<title>Mídias sociais transformam consumidores em parceiros</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Jan 2011 16:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia Digital]]></category>
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		<description><![CDATA[A crescente interação social promovida na internet nos últimos anos mudou de maneira definitiva o papel de como nos relacionamos com produtos e marcas e entre nós mesmos. O fácil acesso à informação e a rápida multiplicação das nossas opiniões gerou milhares de artigos e teses que tentam explicar, ou ao menos nos situar, sobre as mudanças ocasionadas na maneira como fazemos negócios e nos expomos nesse início da era das mídias sociais.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2011/01/midias-sociais-transformam-consumidores-em-parceiros/' addthis:title='Mídias sociais transformam consumidores em parceiros '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>“Nós não estamos numa época de mudanças, mas sim em uma mudança de época”.</em> A frase de Chris Anderson, editor da revista <em>Wired</em> e autor dos livros A Cauda Longa e <em>Free</em> resume muito bem o nosso atual período e abre espaço para conjunturas do que vem por aí.</p>
<p style="text-align: justify;">A  crescente interação social promovida na internet nos últimos anos mudou  de maneira definitiva o papel de como nos relacionamos com produtos e  marcas e entre nós mesmos. O fácil acesso à informação e a rápida  multiplicação das nossas opiniões gerou milhares de artigos e teses que  tentam explicar, ou ao menos nos situar, sobre as mudanças ocasionadas  na maneira como fazemos negócios e nos expomos nesse início da era das  mídias sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Há,  porém, no extenso material criado sobre essas mudanças, um denominador  em comum.  A mudança das relações existentes entre empresas,  colaboradores e consumidores.  Tudo bem que cada um desses ainda possui o  seu papel bem definido, porém, está na interação entre eles a grande  mudança.</p>
<p style="text-align: justify;">Partindo  do princípio que são as pessoas (e não os seus papéis sociais) que na  internet emitem opiniões, indicam, idolatram ou destroem a reputação de  algo ou alguém, porque continuará a empresa a tratar o consumidor como  se fosse somente um número? Afinal, hoje a sua opinião tem meios reais  de proporcionar efeitos de manada em um tempo incrivelmente curto. Como  na natureza, a necessidade está criando uma mudança de atitude.</p>
<p style="text-align: justify;">A  empresa que ouve, colabora, atua junto e conhece o seu consumidor tem em  troca uma pessoa que aprova, indica, se apaixona e atua junto com a  marca. Uma relação harmônica onde os interesses ficam claros e todos  ganham.</p>
<p style="text-align: justify;">Resistir  a essas mudanças é inútil.  Há pouco tempo, no final dos anos 90,  gravadoras americanas travaram uma luta contra o compartilhamento de  música através do <em>Napster</em>.  Em vez de se adaptarem às mudanças,  tentaram de todo modo manter a fórmula do seu negócio ao ponto de  acusar os seus consumidores (aqueles que compartilhavam música) de  criminosos. Hoje, rendidos, tiveram que mudar sua fórmula.</p>
<p style="text-align: justify;">Por  outro lado, no Brasil empresas como a CityBest, a ClickOn e o Peixe  Urbano estão conquistando legiões de fãs  por apostar exatamente no  poder das multidões.</p>
<p style="text-align: justify;">É hora  de esquecer a massificação. Pessoas são diferentes e gostam de ser  tratadas como tal.  Com a facilidade na aquisição de dados e com os  cruzamentos de informações através de técnicas de <em>Data Mining</em>, hoje podemos conhecer cada vez melhor o nosso público.</p>
<p style="text-align: justify;">Conversar,  tratar e oferecer ao consumidor o que ele deseja está mais fácil do que  nunca. Enfim, a possibilidade de transformar consumidor em parceiro  quebra um paradigma e abre uma oportunidade. O que sua empresa irá  fazer? Nadar contra a maré ou aceitar o novo mundo?</p>
<h5>Eduardo Marques</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
<p><a href="http://www.crasp.com.br/app/pl/clippingnews/ClippingNoticias.aspx?NoticiaID=1719&amp;ClipID=242" target="_blank">iMasters UOL<br />
Blog Conectado &#8211; ESPM<br />
CRA/SP</a><br />
<a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/midias-sociais-transformam-consumidores-em-parceiros/36345/" target="_blank">Portal Administradores</a><br />
<a href="http://www.investne.com.br/Opiniao/midias-sociais-transformam-consumidores-em-parceiros" target="_blank">Invest NE</a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2011/01/midias-sociais-transformam-consumidores-em-parceiros/' addthis:title='Mídias sociais transformam consumidores em parceiros '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O Universo dos Sem Rostos</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Dec 2010 21:31:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Serra]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0 mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Em apenas 140 caracteres você pode ter o mundo conectado a você. Basta um vídeo no Youtube e você pode ter os seus 15 minutos de fama ou mais. Redes e mais redes sociais, um mundo ligado e instantâneo...WEB 2.0, TV, rádios e jornais. Tantas informações e conteúdos que até fica difícil de se absorver. Excesso de informações, falta de tempo (quem dera o dia tivesse 30 horas?). <div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2010/12/o-universo-dos-sem-rostos/' addthis:title='O Universo dos Sem Rostos '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6 style="text-align: right;">Por Renato Serra</h6>
<p style="text-align: justify;">Em apenas 140 caracteres você pode ter o <span style="font-size: small;">mundo conectado a você. Basta um vídeo no Youtube e você pode ter os seus  15 minutos de fama ou mais. Redes e mais redes sociais, um mundo ligado e  instantâneo&#8230;WEB 2.0, TV, rádios e jornais. Tantas informações e conteúdos que  até fica difícil de se absorver. Excesso de informações, falta de tempo (quem  dera o dia tivesse 30 horas?). </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Mesmo sentados em frente a um  computador estamos sempre correndo e, lamentavelmente, nos esquecendo de regras  básicas de boa convivência e até mesmo de civilidade. Nossos 5 sentidos já não  fazem tanto sentido. Tudo tão rápido, tudo tão corrido e urgente! Vivemos cada  vez mais de forma instantânea e individualista apesar de fazermos parte de  tantas redes de relacionamento. Nos relacionamos com quem e pra que? </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O mundo é cada dia mais uma aldeia de  barbaridades e as pessoas já não têm mais rostos. Estamos ficando vagos. Apenas  corremos de um lado para o outro o tempo todo, perdidos em tantas informações e  apenas capazes de comentá-las ou criticá-las. Cada vez mais nos acomodamos e  sobrevivemos na superfície das relações, sem  maiores aprofundamentos e ao bel prazer de um controle remoto na mão. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Onde ficou a essência do ser humano  que é a de ser gregário? Onde ficou a aquela necessidade de estar junto, de  abraçar, de olhar nos olhos, de sentir? Quando eu era moleque nos anos 70 e via  desenhos ou filmes de ficção, ficava imaginando como seria o &#8220;Ano 2000&#8243;?  Imaginava um mundo cheio de facilidades, meio Jetsons (seria fantástico se  eu tivesse hoje uma empregada doméstica robô) onde tudo seria mais fácil de  se fazer e sobraria muito mais tempo para estar com os amigos e com a família.  Vivemos sim, cada vez mais, em um universo Jetson, mas nós é que somos os  robôs. Corremos, corremos e corremos.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A humanidade está cada dia mais  desumana. Pessoas têm nomes, nick names e @algumacoisa em um punhado de perfis  em redes sociais mais quase não socializamos mais. Isto já basta? Convivemos com  um universo de atrocidades, maldades, corrupção, insensatez e atropelamos sempre  os nossos valores e princípios universais. Valorizamos mais aspectos físicos e  materiais em detrimento daquilo que nos poderia consolar e preencher os nosso  espaço interior, a nossa essência, que é o amor, o companheirismo e a  solidariedade.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O que podemos fazer, cada um, para  mudarmos este rumo frio e vazio da humanidade? Qual é o nosso papel? Pessoas sem  rostos? Pessoas com as faces cobertas por sacos de papel? Evoluímos pra que?  Para degradar o planeta e também as relações humanas? Quem pode me dizer o que  devemos fazer? Como mudarmos o rumo de tanta coisa  errada?</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Por fim, coloco aqui um sentimento  expressado por Chico Xavier e que é de conhecimento de muitos, mas que sempre é  útil para uma saudável reflexão: &#8220;<em>Embora ninguém possa voltar atrás e fazer  um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo  fim.&#8221;</em></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><em><br />
</em></span></div>
<div style="text-align: justify;">
<h6><em>Por Renato Serra &#8211; Publicitário, blogueiro e Gestor de Mídias  Sociais da IC Grupom</em></h6>
</div>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2010/12/o-universo-dos-sem-rostos/' addthis:title='O Universo dos Sem Rostos '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A revolução do consumidor</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 15:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
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		<category><![CDATA[socioambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Entenda como a Internet está contribuindo para o surgimento de um novo capitalismo social através da modernização do consumidor do século XXI. <div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2010/06/a-revolucao-do-consumidor/' addthis:title='A revolução do consumidor '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O  século  XXI  chegou  e  trouxe  com ele uma mudança radical no modo como fazemos negócios, nos relacionamos em grupo e divulgamos idéias e produtos. Modelos  de  negócios  que  até  o final do século passado funcionavam bem, estão  sendo  colocados em xeque pelos consumidores que não mais querem ser vistos  como  números.  Afinal, o que vem ocorrendo que velhas fórmulas não funcionam mais como antigamente?</p>
<p style="text-align: justify;">A  simples  democratização do conhecimento. Por séculos, os grandes centros urbanos  foram os responsáveis por reunir os pilares: conhecimento e mentes afins,  para  a  produção  da maioria dos avanços artísticos, filosóficos e tecnológicos  que  a nossa sociedade já produziu. Hoje, a internet consegue juntar  de  forma  magistral  a geração e armazenagem de conhecimento com a reunião virtual de pessoas ao redor do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste  novo  contexto, a figura do consumidor passivo do século XX dá lugar ao  cidadão do terceiro milênio, que cada vez mais móvel e conectado, obtêm em  um  clique  informações do que desejar. Assim, nesse novo mundo, velhos modelos  de  negócios tais como algumas profissões,  terão que ser revistas ou simplesmente desaparecerão.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao  diminuir  vertiginosamente  a  distância  entre  os “especialistas” e o público,  a internet propiciou ao último a vantagem da informação que antes era  exclusiva  do primeiro. Com essa vantagem, as figuras do vendedor e da publicidade barata simplesmente perdem a força.</p>
<p style="text-align: justify;">Este  novo  cidadão  descobriu  que,  se quiser, tem o poder de aumentar ou destruir  a  reputação de uma marca com extrema facilidade.  De posse dessa noção,  mais  do que nunca ele impõe às empresas de todos os segmentos, que elas   sejam   moralmente   corretas   e   exercitem  sua  responsabilidade socioambiental. Empresas pioneiras, como a Coca-Cola e a brasileira Natura, já entenderam a mensagem e estão se reinventando.</p>
<p style="text-align: justify;">No  livro  Freakonomics  (2005),  de  Steven Levitt, o autor menciona que o moralismo  representa  a  forma  como  as  pessoas  gostariam  que  o mundo funcionasse,  enquanto  a economia representa a forma de como ele realmente funciona.  Se  isso  é verdade, hoje temos a possibilidade real &#8211; dentro do aspecto  econômico  atual  -  de  moldarmos o mundo tendo como base valores sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">É  o  renascimento da “mão invisível”, de Adam Smith, que orienta o mercado através  da  interação  dos  indivíduos. Com a diminuição da assimetria das informações  -  o  fato  de  alguns saberem mais do que os outros &#8211; a idéia cunhada  no  célebre  A  Riqueza  das Nações (1778) ganha mais força do que nunca.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim,  Gutenberg  com  a  criação  da  imprensa  em  1439  lançou as bases materiais para a moderna economia baseada no conhecimento e na disseminação da  aprendizagem  em  massa. O que nos trouxe ao que somos hoje. Daqui para frente  a  questão  é:  como  você  está colaborando para construir a nossa economia de amanhã?</p>
<p style="text-align: justify;">Fica aqui o desafio.</p>
<h5 style="text-align: justify;">Eduardo Marques</h5>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2010/06/a-revolucao-do-consumidor/' addthis:title='A revolução do consumidor '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Cauda Longa</title>
		<link>http://www.pensar21.com.br/2010/04/a-cauda-longa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-cauda-longa</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 11:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um elegante conceito de se fazer negócios baseado na abundância e na colaboração que põe em cheque a lei da escassez; que por sua vez é o pressuposto dominante que alicerça a teoria econômica lecionada nas universidades de todo o mundo. Bem, por fazer tremer as bases da até então “imutável” lei da oferta e procura, esse livro de Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired, já pode ser considerado um novo clássico.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2010/04/a-cauda-longa/' addthis:title='A Cauda Longa '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um elegante conceito de se fazer negócios baseado na abundância e na colaboração que põe em cheque a lei da escassez; que por sua vez é o pressuposto dominante que alicerça a teoria econômica lecionada nas universidades de todo o mundo. Bem, por fazer tremer as bases da até então “imutável” lei da oferta e procura, esse livro de Chris Anderson, editor-chefe da revista <em>Wired</em>, já pode ser considerado um novo clássico.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro parte do principio que a Internet nos libertou e nos forneceu ferramentas (até então limitadas às grandes empresas) para sermos criadores e competidores nesse novo mercado global. Porém, mais do que novos comerciantes com alcance além das nossas cidades, nos abriu espaço para explorarmos as nossas individualidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.pensar21.com.br/wp-content/uploads/2010/04/livrocaudalonga.jpg"><img class="alignright size-full  wp-image-667" title="livrocaudalonga" src="http://www.pensar21.com.br/wp-content/uploads/2010/04/livrocaudalonga.jpg" alt="A Cauda Longa" width="103" height="150" /></a>Por décadas, várias gerações beberam nas informações e conteúdos que provinham de jornais, TVs e rádios.  Não nos era dado escolher o conteúdo. Adaptávamo-nos ao que vinha desses veículos tornando-os parte de nossas vidas.  Porém, devido à democratização das ferramentas de produção, hoje é possível a qualquer um criar conteúdo e competir com empresas estabelecidas à atenção do consumidor.  Um exemplo disso são os vídeos caseiros que conseguem dividir a atenção de um usuário no <em>Youtube</em> com filmes consagrados.  Atualmente, qualquer um pode ter sua voz na grande rede. Ao se desprender da “Cultura de sucessos” que é imposta pelas indústrias do cinema e música, a pessoa comum pode cultivar e desenvolver os seus gostos pessoais em redes cada vez maiores de pessoas que pensam como ela.</p>
<p style="text-align: justify;">A cauda longa em si aparece no aspecto econômico dessa influência cultural propiciada pela internet através do e-commerce. A famosa Lei de Pareto (também conhecida como princípio 80-20), afirma que 20% dos seus produtos correspondem a 80% de suas vendas. Com base nisso muitas lojas limitam a disponibilização de seus produtos nas prateleiras aos que são mais vendáveis. Aos produtos de sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.pensar21.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cauda_longa_grafico1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-664" title="cauda_longa_grafico1" src="http://www.pensar21.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cauda_longa_grafico1.jpg" alt="cauda longa" width="600" height="265" /></a>Já na internet o problema de limite físico de estocagem praticamente não existe. Lojas como a Amazon e o Submarino disponibilizam de tudo e os novos consumidores que antes estavam acostumados a consumir somente os sucessos, agora buscam por coisas mais singulares de acordo com os seus próprios gostos. O que poderia ser difícil encontrar em uma loja de departamento comum se faz acessível em tais sites. Estamos saindo de um mercado de massa para um mercado de nichos. O que nos leva a observar as <a title="Mark J. Penn apresenta neste livro o conceito de microtendência, que levará o leitor a ver a vida moderna sob uma nova perspectiva. É um padrão comportamental de um grupo de forte identidade, que está crescendo e tem anseios não atendidos pelas instituições que influenciam a vida cotidiana. " href="#">microtendências</a> atuais. Porém isso é assunto de outro livro&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é que o mundo está ficando mais plural com pessoas que criam, consomem e compartilham ao mesmo tempo. Não há mais papeis definidos. As empresas que não se adaptarem a essa nova realidade se verão engolidas pela maior força democratizante de todos os tempos.</p>
<p>A Cauda Longa<br />
The Long Tail (2006) Chris Anderson</p>
<p><a href="http://compare.buscape.com.br/a-cauda-longa-chris-anderson-8535221832.html?pos=1" target="_blank">Pesquise aqui no Buscapé</a></p>
<p>Eduardo Marques</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2010/04/a-cauda-longa/' addthis:title='A Cauda Longa '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Comportamento como forma de amor</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 21:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
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		<category><![CDATA[sentimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Se pensarmos no Amor como uma forma de comportamento ao invés de um sentimento, conseguiremos construir um mundo mais fraterno. Saiba como aqui.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2010/01/comportamento-como-forma-de-amor/' addthis:title='Comportamento como forma de amor '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes me pego pensando na efetividade da parábola do Bom Samaritano, em que Cristo ensina o Amar ao próximo como a si mesmo. Para os que não sabem, essa é uma bela passagem do Novo Testamento onde a compaixão e a caridade são mencionadas.</p>
<p><strong>A parábola é a seguinte:</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>“Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos de salteadores, os quais, após despojá-lo de tudo, espancaram-no, deixando-o moribundo à margem da estrada.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Coincidentemente descia pelo mesmo caminho um sacerdote. Vendo-o, passou de largo.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Logo a seguir descia um levita, cujo procedimento não foi diferente daquele do sacerdote.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Entretanto, dentro em pouco surge um samaritano que, vendo-o naquele estado deplorável, moveu-se de íntima compaixão e, descendo de sua cavalgadura, levou-o a uma hospedaria, onde continuou a cuidar dele.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Tendo que partir, no dia seguinte, deu dois dinheiros ao hospedeiro, recomendando-lhe que continuasse a dar-lhe assistência, prontificando-se a pagar, em sua volta, tudo aquilo que excedesse a importância deixada.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Após ensinar essa parábola, indagou Jesus: Qual destes três te parece que foi o próximo do homem que havia sido vítima dos salteadores, merecendo do doutor da lei a resposta: </em><em>O que usou de misericórdia para com ele.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Diante desse discernimento aduziu o Senhor: </em><em>Vai, e faze da mesma maneira.”</em></p>
<p>Se vocês pararem para ver, nesse e em outros trechos do Evangelho o verbo Amar está mais para um comportamento do que para um sentimento. Ao ajudar o enfermo, o Samaritano agiu com compaixão. Exercitou um principio moral. Ele não passou simplesmente a amar (na forma de sentimento) o próximo.</p>
<p><a href="http://www.pensar21.com.br/wp-content/uploads/2010/01/comportamento_interno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-528" title="comportamento_interno" src="http://www.pensar21.com.br/wp-content/uploads/2010/01/comportamento_interno.jpg" alt="comportamento_interno" width="120" height="119" /></a>Isso pode parecer simples, mas na verdade muda e muito a concepção de entender a Bíblia que muitos têm. Vários religiosos acreditam que é preciso amar (na concepção de sentimento) o próximo. E muitos sem mesmo te conhecer dizem: Eu te amo em Cristo. Bem, podem até ter a boa intenção, mas na verdade não me amam. Se amassem de verdade agiriam com comportamentos de amor não com palavras bonitas. Afinal, intenção sem ação não é nada.</p>
<p>Outro ótimo exemplo vem da epístola 13 de Paulo que diz:</p>
<p style="padding-left: 30px;">“<em>O Amor é paciente, é benigno; o Amor não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O Amor nunca falha”.</em></p>
<p>Em todas essas afirmações o Amor é mostrado como comportamento.</p>
<p>Sentimos amor (sentimento) por nossa família e amigos, mas é muito difícil sentir amor por um inimigo ou alguém que nos cometeu muito mal. Independente disso é possível agir com amor para com eles.</p>
<p>Só temos que nos lembrar que a nossa natureza animal é egoísta. Primeiro pensamos instintivamente em sobreviver e depois em procriar. Dedicar espaço ao próximo sem pensar em benefícios costuma ser um pouco antinatural. Só que a natureza é fantástica! Ao ter que viver em sociedade nos deparamos com questões que nos moldam e que nos fazem aprender, evoluir e a construir o que seremos amanhã.</p>
<p>Estamos em um estágio evolutivo em que, se não aprendermos a amar o próximo, não conseguiremos viver bem em sociedade. Agir com amor deve ser um comportamento que devemos ensinar a todos para  que um dia, enfim, possamos ter um mundo mais justo e belo para se viver.</p>
<p>Bom 2010 para todos!</p>
<p>Eduardo Marques</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QYXc6ZvD4o0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/QYXc6ZvD4o0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2010/01/comportamento-como-forma-de-amor/' addthis:title='Comportamento como forma de amor '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A democratização da comunicação.</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 00:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[O velhos grupos de comunicação vem perdendo espaço para as pessoas comuns que hoje criam e divulgam conteúdo na Internet. Veja aqui como o seu mundo mudará.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2009/10/a-democratizacao-da-comunicacao/' addthis:title='A democratização da comunicação. '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A veiculação de informações pelas mídias no Brasil esteve por muito tempo nas mãos de seis redes de televisão e de uma dúzia de jornais e revistas mantidas por velhos grupos de comunicação. Tudo o que assistíamos ou líamos era trazido ao nosso conhecimento por estes grupos.</p>
<p>Desta forma, a opinião pública nacional era facilmente conduzida (ou porque não dizer induzida) por estes meios.  Foi o tempo da comunicação de mão única que hoje está agonizando.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-446" title="democratizacao_comunicacao1" src="http://www.pensar21.com.br/wp-content/uploads/2009/10/democratizacao_comunicacao1.jpg" alt="democratizacao_comunicacao1" width="200" height="133" />O fato é que os tempos mudaram e com ele os meios de comunicação. Hoje, final da primeira década do século XXI, qualquer pessoa alfabetizada que tenha acesso a um computador pode conseguir informações sobre quase tudo já produzido pela humanidade. Com o advento da Internet 2.0, as mídias sociais se multiplicaram e qualquer um pode criar e divulgar facilmente o que quiser. De vídeos a textos, passando por fotos e áudio, a internet se tornou o meio real de se conectar a humanidade.</p>
<p>Com ela novos costumes e comportamentos foram criados.  Se antes esperávamos o Jornal Nacional nos informar o que houve durante o dia, hoje vamos até a notícia que é divulgada em tempo real por sites e pessoas comuns presentes na grande rede que disponibilizam com seus celulares e computadores tudo o que acontece ao redor do planeta.</p>
<p><strong>A comunicação agora acontece em duas vias.</strong> Os telespectadores e leitores que eram passivos, hoje produzem conteúdo e disputam espaço com as empresas que outrora monopolizavam o que era divulgado no país.</p>
<p>Não há mais espaço para grandes figurões. A opinião pública cada vez mais será diversificada e pública! Novos meios de se comprar e se comportar já desenham como os próximos anos serão.</p>
<p>Abaixo um vídeo bastante interessante criado por Gustavo Donda e a equipe da TV1, apresentado na 1ª Conferência Web 2.0 sobre a revolução da comunicação e na economia causada pelas mudanças tecnológicas.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UI2m5knVrvg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/UI2m5knVrvg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Vejo um mundo cada vez mais cheio de Rafinhas&#8230;<br />
<strong>Detalhe: Este vídeo é de 2007. Não existia Twitter e nem Iphone.<br />
</strong>É impossível prever o que virá! Entretanto, de uma coisa estou certo, viveremos em uma era sem igual!</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Seja bem-vindo ao novo mundo da comunicação digital!</strong></span></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2009/10/a-democratizacao-da-comunicacao/' addthis:title='A democratização da comunicação. '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Espiritualidade, religiosidade e o fim do mundo</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 21:35:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Sempre me perguntei o porquê de existir tantas religiões no mundo. O fato de seguir uma crença como verdade incontestável sempre foi algo que nunca consegui fazer, o que já me levou a criticar e discutir muito sobre isso.  Porém, nunca deixei de pensar a respeito e de buscar a resposta para essa questão.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2009/04/espiritualidade-religiosidade-e-o-fim-do-mundo/' addthis:title='Espiritualidade, religiosidade e o fim do mundo '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre me perguntei o porquê de existir tantas religiões no mundo. O fato de seguir uma crença como verdade incontestável sempre foi algo que nunca consegui fazer, o que já me levou a criticar e discutir muito sobre isso.  Porém, nunca deixei de pensar a respeito e de buscar a resposta para essa questão.</p>
<p>Essa busca de espiritualidade pelo ser humano através das várias religiões me fez compreender a necessidade das mesmas, tal como me fez entender as diversas interpretações sobre a vida e o destino do homem na Terra.</p>
<p>O homem é a espécie dominante do planeta. Um trajeto evolutivo que começou a quatro milhões de anos atrás e que culminou na nossa espécie a apenas 150 mil anos. Bem, em termos de tempo e de história do planeta, isso é um segundo, porém nesse segundo demos um salto enorme de consciência e nos tornamos juntos com a natureza, construtores dos espaços que atuamos.</p>
<p>Assim construímos as nossas vilas, cidades e países. Só que tudo isso aconteceu através de muita dor e sofrimento. Através de guerras que muitas vezes foram motivadas por ambições individuais.</p>
<p>Para que o mundo de hoje se tornasse realidade, fomos repetindo estes padrões de ação em escalas cada vez maiores.  Ok. É exatamente aqui que quero entrar para explicar o meu ponto de vista e iniciar a discussão.</p>
<p><strong>Seguindo essa lógica, me pergunto: </strong></p>
<p>- Para onde estamos caminhando? Existe um destino?</p>
<p>Bem, um destino que conhecemos e que é propagado por diversas religiões e credos é o do Fim do Mundo. Ontem, ao assistir ao filme <strong>Presságio</strong> com Nicolas Cage, me deparei com mais uma versão cinematográfica sobre o assunto e me propus a pensar sobre o que isso representa para a humanidade.</p>
<p>Afinal, existe algo de real sobre isso? Porque tantas religiões, profetas e pessoas alertam para um fim eminente? Cheguei à seguinte conclusão:</p>
<p>Imagine que você é um profeta do ano 100 DC. Um estudioso do seu povo e do seu tempo e que realmente se importa com as pessoas.</p>
<p>Através da observação e análise você percebe que a humanidade é um grupo heterogêneo composto de diversas individualidades em graus diferenciados de consciência; que por serem seres sociais sentem a necessidade de estarem incluídos em grupos. Percebe também, que para alcançar destaque no grupo, os indivíduos agem egoisticamente e por muitas vezes menosprezam outros componentes.  Pois bem, a partir desse ponto você compreende que o homem sempre estará em guerra enquanto não mudar esse comportamento. Afinal, isto é um resquício da auto preservação. Motor evolucionário que nos trouxe até aqui.</p>
<p>Um sábio dessa época conseguiria ver o futuro, pois perceberia esse comportamento se repetindo em escalas maiores até atingir a destruição total da humanidade. Seja isso influenciado por algo extra material, seja por conclusão própria.  A pergunta é:</p>
<p>- O que ele faz para mudar isso?  Se hoje em dia, com todas as evidências ainda é difícil convencer as pessoas, imagina em um mundo bárbaro?</p>
<p>O profeta usa o medo, pois o oculto trás temor e gera respeito. Só assim, consegue atrair a atenção de um publico indolente que é ignorante em sua essência.  Tenta mudar o homem com as ferramentas que possui. Utiliza de símbolos e rituais para moldar o homem a uma realidade mais fraterna.</p>
<p>Hoje não é diferente. Ainda temos ignorantes e indolentes em nossas sociedades,  daí a necessidade de ainda existirem essas igrejas neo-pentecostais a utilizar de toda a simbologia milenar cristã para incutir, nas mentes que ainda não compreendem por si só, que o amor para com o próximo é a peça fundamental para vivermos em paz.</p>
<p>A religião é apenas um caminho para se chegar à espiritualidade que nasce na nossa alma, na busca do encontro de nós mesmos.</p>
<p>O fim do mundo chegará para aqueles que não quiserem ouvir o chamado que partiu da própria humanidade consciente que quer se tornar adulta e seguir o caminho que lhe compete. O caminho de co-criadora de um mundo melhor.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2009/04/espiritualidade-religiosidade-e-o-fim-do-mundo/' addthis:title='Espiritualidade, religiosidade e o fim do mundo '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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