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	<title>Pensar 21 &#187; cristão</title>
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	<description>Ideias moldam o mundo</description>
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		<title>Deus x Religião</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 01:26:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As diferentes mensagens que as religiões pregam refletem o que Deus quer ou o que os seus representates desejam? <div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2009/10/deus-x-religiao/' addthis:title='Deus x Religião '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desde a infância luto incessantemente com minhas dúvidas a respeito da existência ou não de Deus.  E nesta busca para responder a essa pergunta, encontrei respostas muito pessoais e cada um deve tirar a sua própria conclusão, mas neste estudo nada cientifico, uma outra questão me incomodou. O fato de existirem tantas religiões e diferentes credos, até mesmo divisões dentro delas, e o mundo continuar a ser tão carente de paz e amor, me fez questionar a necessidade de termos essas religiões. A conclusão que cheguei é que em verdade, elas são o câncer da sociedade, alimentando rivalidades, guerras, desunião, instigando os fiéis a lutar por mais afiliações a esta ou aquela religião; sempre com o mote da evangelização.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_419" class="wp-caption alignleft" style="width: 170px"><img class="size-full wp-image-419" title="deus_x_religiao_image" src="http://www.pensar21.com.br/wp-content/uploads/2009/10/deus_x_religiao_image.jpg" alt="O &quot;castigo divino&quot; é largamente usado pelas religiões" width="160" height="190" /><p class="wp-caption-text">O &quot;castigo divino&quot; é muito usado pelas religiões como forma de controle pelo temor</p></div>
<p>Desde muito pequeno, fui e sou muito questionador e critico, e simplesmente não me satisfaz apenas ouvir e aceitar o que dizem, sempre há um porquê a ser respondido, sempre haverá uma pergunta a ser feita. Assim me pergunto porquê o Padre ou Pastor ou Rabino, ou qualquer outro lider espiritual pode me dizer o que fazer da minha vida, será que Deus tem ouvidos apenas para esses iluminados?  Se temos um só Deus, porque a mensagem é diferente para Cristãos, Judeus e Muçulmanos?  A conlusão parece óbvia.  <strong>As mensagens que eles transmitem são mensagens deles e não de Deus</strong>, daí tanta divergência.</p>
<p>Descobri que devemos buscar nossas próprias respostas, perguntar diretamente a Deus que reside em seu coração e é único e onipresente, onisciente em voce, irmão.  <strong>Não há necessidade de rituais, de regras, de orações decoradas</strong>, apenas diga com a voz do coração, e a resposta será imedata, personalizada e única.</p>
<p style="text-align: justify;">Um abraço a todos!</p>
<p><span style="color: #008080;">Artigo escrito por: </span> <span style="color: #888888;">José Luiz Pimentel de Assumpção &#8211; São José dos Campos &#8211; SP</span></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2009/10/deus-x-religiao/' addthis:title='Deus x Religião '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Visão medieval cristã do riso</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 15:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Artigo sobre a visão medieval cristã do riso. O riso era reconhecido como próprio do homem, conforme afirmado por Aristóteles; mas em geral censurado sob o argumento de que Jesus não teria rido em sua vida terrena. Porém, isso é contraditório, pois se Jesus foi o grande modelo humano, o riso torna-se estranho ao homem, ou pelo menos ao homem cristão.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2009/06/visao-medieval-crista-do-riso/' addthis:title='Visão medieval cristã do riso '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O riso é motivo de interesse dos homens desde antigos tempos. Aristóteles na Grécia antiga, foi o primeiro filósofo a tratar sobre o tema, observando que o homem é o único animal que ri.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Alberti (1999, p. 66), a Idade Média foi um período marcado pela enorme influência eclesiástica cristã sobre o comportamento do povo. O riso era reconhecido como próprio do homem, conforme afirmado por Aristóteles; mas em geral censurado sob o argumento de que Jesus não teria rido em sua vida terrena. Porém, isso é contraditório, pois se Jesus foi o grande modelo humano, o riso torna-se estranho ao homem, ou pelo menos ao homem cristão.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma resposta a isso seria que o humor tende a profanar o sagrado. No fundo do nosso ser, rimos dos nossos medos e das nossas crenças. Piadas sobre santos, o paraíso e o inferno são comuns entre os cristãos simples que não se vêem pecando ao pensar e rir sobre o sobrenatural.</p>
<p style="text-align: justify;">O humor questiona as verdades absolutas, os dogmas e as autoridades que as encarnam. Com isso, sofrem a resistência dos que interpretam os textos sagrados e falam em Nome de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Na obra <strong>“O Nome da Rosa”</strong> de ECO, verificamos a posição de um eclesiástico medieval, chamado Jorge Burgos, sobre o riso e a sua tentativa de negar às pessoas o acesso a um livro que seria de autoria de Aristóteles, que classificaria o riso como algo sublime:</p>
<p style="padding-left: 90px; text-align: justify;"><span style="color: #808080;"> </span><span style="color: #808080;"><em><span style="color: #808080;">O riso é a fraqueza, a corrupção, a insipidez de nossa carne. É o folguedo para o camponês, a licença para o embriagado, mesmo a igreja em sua sabedoria concedeu o momento da festa, do carnaval, da feira, essa ejaculação diurna que descarrega os humores e retém de outros desejos e de outras ambições [...] Mas desse modo o riso permanece coisa vil, defesa para os simples, mistério dessacralizado para a plebe. Elegei o rei dos tolos, perdei-vos na liturgia do asno e do porco, representai as vossas saturnais de cabeça para baixo [...] Mas aqui afunção do riso é invertida, elevada à arte, abrem-se-lhe as portas do mundo dos doutos. Faz dele objeto da filosofia, e de pérfida teologia [...]</span><br />
</em></span><em>(ECO, 2003, p. 454-455).</em></p>
<p style="text-align: justify;">A Igreja Católica Romana, que detinha o controle do poder e do conhecimento na Europa medieval, temia o riso, pois ele liberta o indivíduo do medo do demônio. Se o homem tiver a liberdade de rir, o que o impedirá de afrontar a autoridade instituída e, no limite, o próprio Deus, com o seu riso? Assim, a religião encontra refúgio no temor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Paradoxalmente, o crente ama e teme a divindade; aceita-a e voluntariamente submete-se. O que muitas vezes pode vir a se tornar terror. Como escapar de um Deus onipresente e onisciente? O temor é, portanto, fundamental, e quem ri tende a não temer. </strong></p>
<p style="padding-left: 90px; text-align: justify;"><em><span style="color: #808080;">O riso libera o aldeão do medo do diabo, porque na festa dos tolos também o diabo aparece pobre e tolo, portanto controlável. Mas este livro poderia ensinar que libertar-se do medo do diabo é sabedoria. Quando ri, o aldeão sente-se patrão, porque inverteu as relações de senhoria. Que o riso é próprio do homem é sinal do nosso limite de pecadores. O riso distrai, por alguns instantes o aldeão do medo. Mas a lei é imposta pelo próprio medo, cujo nome verdadeiro é temor a Deus. E deste livro poderia partir a fagulha luciferina que atearia no mundo inteiro um novo incêndio: e o riso seria designado como arte nova, desconhecida até de Prometeu, para anular o medo. E deste livro poderia nascer a nova e destrutiva aspiração a destruir a morte através da libertação do medo.</span><br />
(ECO, 2003, p. 455).</em></p>
<p style="text-align: justify;">Alberti (1999, p. 69), resume a posição da igreja sobre o riso na Idade Média da seguinte maneira: é impossível à religião eliminar o riso; trata-se, portanto, de admiti-lo sob certas condições e de interditá-lo naquilo que pode afrontar a verdade instituída.</p>
<p style="text-align: justify;">A resposta da tradição teológica medieval a este dilema será a diferenciação entre dois gêneros do riso: a <strong><em>lae</em>ttitia</strong> e o <strong><em>gaudum spirituale</em></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro se refere à felicidade das coisas terrenas e passageiras, algo negativo, fazia assim com que o homem esquecesse sua missão.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo, em compensação, era a verdadeira felicidade, aquela que atingia sua maior realização após a morte, mas podia ser experimentada ainda em vida, pela contemplação de Deus e de suas criações. A esta última correspondia o riso discreto e mudo que exprimia a felicidade do coração.</p>
<h3>ALBERTI, Verena. <strong>O riso e o risível na história do pensamento</strong>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor; Editora da FGV, 1999.</h3>
<h3>ECO, Umberto. <strong>O nome da rosa. </strong>Lisboa: Difel: 1984.</h3>
<p>Este texto faz parte do trabalho de conclusão de curso <strong>O Humor na Publicidade</strong> de <span style="color: #008080;">Eduardo de Abreu Marques</span> e <span style="color: #008080;">André Augusto Ferreira</span>.</p>
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		<title>Espiritualidade, religiosidade e o fim do mundo</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 21:35:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sempre me perguntei o porquê de existir tantas religiões no mundo. O fato de seguir uma crença como verdade incontestável sempre foi algo que nunca consegui fazer, o que já me levou a criticar e discutir muito sobre isso.  Porém, nunca deixei de pensar a respeito e de buscar a resposta para essa questão.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2009/04/espiritualidade-religiosidade-e-o-fim-do-mundo/' addthis:title='Espiritualidade, religiosidade e o fim do mundo '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre me perguntei o porquê de existir tantas religiões no mundo. O fato de seguir uma crença como verdade incontestável sempre foi algo que nunca consegui fazer, o que já me levou a criticar e discutir muito sobre isso.  Porém, nunca deixei de pensar a respeito e de buscar a resposta para essa questão.</p>
<p>Essa busca de espiritualidade pelo ser humano através das várias religiões me fez compreender a necessidade das mesmas, tal como me fez entender as diversas interpretações sobre a vida e o destino do homem na Terra.</p>
<p>O homem é a espécie dominante do planeta. Um trajeto evolutivo que começou a quatro milhões de anos atrás e que culminou na nossa espécie a apenas 150 mil anos. Bem, em termos de tempo e de história do planeta, isso é um segundo, porém nesse segundo demos um salto enorme de consciência e nos tornamos juntos com a natureza, construtores dos espaços que atuamos.</p>
<p>Assim construímos as nossas vilas, cidades e países. Só que tudo isso aconteceu através de muita dor e sofrimento. Através de guerras que muitas vezes foram motivadas por ambições individuais.</p>
<p>Para que o mundo de hoje se tornasse realidade, fomos repetindo estes padrões de ação em escalas cada vez maiores.  Ok. É exatamente aqui que quero entrar para explicar o meu ponto de vista e iniciar a discussão.</p>
<p><strong>Seguindo essa lógica, me pergunto: </strong></p>
<p>- Para onde estamos caminhando? Existe um destino?</p>
<p>Bem, um destino que conhecemos e que é propagado por diversas religiões e credos é o do Fim do Mundo. Ontem, ao assistir ao filme <strong>Presságio</strong> com Nicolas Cage, me deparei com mais uma versão cinematográfica sobre o assunto e me propus a pensar sobre o que isso representa para a humanidade.</p>
<p>Afinal, existe algo de real sobre isso? Porque tantas religiões, profetas e pessoas alertam para um fim eminente? Cheguei à seguinte conclusão:</p>
<p>Imagine que você é um profeta do ano 100 DC. Um estudioso do seu povo e do seu tempo e que realmente se importa com as pessoas.</p>
<p>Através da observação e análise você percebe que a humanidade é um grupo heterogêneo composto de diversas individualidades em graus diferenciados de consciência; que por serem seres sociais sentem a necessidade de estarem incluídos em grupos. Percebe também, que para alcançar destaque no grupo, os indivíduos agem egoisticamente e por muitas vezes menosprezam outros componentes.  Pois bem, a partir desse ponto você compreende que o homem sempre estará em guerra enquanto não mudar esse comportamento. Afinal, isto é um resquício da auto preservação. Motor evolucionário que nos trouxe até aqui.</p>
<p>Um sábio dessa época conseguiria ver o futuro, pois perceberia esse comportamento se repetindo em escalas maiores até atingir a destruição total da humanidade. Seja isso influenciado por algo extra material, seja por conclusão própria.  A pergunta é:</p>
<p>- O que ele faz para mudar isso?  Se hoje em dia, com todas as evidências ainda é difícil convencer as pessoas, imagina em um mundo bárbaro?</p>
<p>O profeta usa o medo, pois o oculto trás temor e gera respeito. Só assim, consegue atrair a atenção de um publico indolente que é ignorante em sua essência.  Tenta mudar o homem com as ferramentas que possui. Utiliza de símbolos e rituais para moldar o homem a uma realidade mais fraterna.</p>
<p>Hoje não é diferente. Ainda temos ignorantes e indolentes em nossas sociedades,  daí a necessidade de ainda existirem essas igrejas neo-pentecostais a utilizar de toda a simbologia milenar cristã para incutir, nas mentes que ainda não compreendem por si só, que o amor para com o próximo é a peça fundamental para vivermos em paz.</p>
<p>A religião é apenas um caminho para se chegar à espiritualidade que nasce na nossa alma, na busca do encontro de nós mesmos.</p>
<p>O fim do mundo chegará para aqueles que não quiserem ouvir o chamado que partiu da própria humanidade consciente que quer se tornar adulta e seguir o caminho que lhe compete. O caminho de co-criadora de um mundo melhor.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2009/04/espiritualidade-religiosidade-e-o-fim-do-mundo/' addthis:title='Espiritualidade, religiosidade e o fim do mundo '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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