<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Pensar 21 &#187; poder família</title>
	<atom:link href="http://www.pensar21.com.br/tag/poder-familia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.pensar21.com.br</link>
	<description>Ideias moldam o mundo</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Jan 2012 14:18:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>O jogo das mascaras sociais</title>
		<link>http://www.pensar21.com.br/2009/04/o-jogo-das-mascaras-sociais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-jogo-das-mascaras-sociais</link>
		<comments>http://www.pensar21.com.br/2009/04/o-jogo-das-mascaras-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 02:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Guerato]]></category>
		<category><![CDATA[libertar]]></category>
		<category><![CDATA[mascara]]></category>
		<category><![CDATA[poder família]]></category>
		<category><![CDATA[social]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pensar21.com.br/?p=126</guid>
		<description><![CDATA[Ao admitir que cumpre-nos apenas viver conforme a sociedade já bem o definiu, cada qual desempenhando seus papéis sociais como o de marido, esposa, pai, mãe, trabalhador etc, permanecemos presos, impedindo o maior desenvolvimento. Não percebemos que cada papel carrega em si o próprio limite de atuação. Este limite é o referencial a que recorremos para definir as regras de cada atuação social necessária ao melhor convívio. <div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2009/04/o-jogo-das-mascaras-sociais/' addthis:title='O jogo das mascaras sociais '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5 class="MsoNormal" style="text-align: right;">Texto por <span style="color: #008080;">Guilherme Guerato </span>- Brasília</h5>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Ao admitir que cumpre-nos apenas viver conforme a sociedade já bem o definiu, cada qual desempenhando seus papéis sociais como o de marido, esposa, pai, mãe, trabalhador etc, permanecemos presos, impedindo o maior desenvolvimento. Não percebemos que cada papel carrega em si o próprio limite de atuação. Este limite é o referencial a que recorremos para definir as regras de cada atuação social necessária ao melhor convívio. Se por um lado ganhamos, ao identificar, aprender e ensinar à descendência como se deve viver para que não se sujeite à sorte, em contrapartida perdemos o espaço à criação de performances alternativas e desta forma reduzimos as chances de desenvolver a autonomia crítica, visto pouco questionarmos se os papéis que desempenhamos socialmente são a única maneira de viver e interagir.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada papel diz respeito a uma máscara usada para encenar o teatro da vida. Temos que ser de um jeito para com nosso chefe, seguidores, colegas de trabalho, filhos, vizinhos, padeiro, pastor etc. É claro que temos personalidade. Todavia, ela nos leva a vestir tais máscaras para que haja adaptação cotidiana. Não obstante, cada máscara possui uma limitação de se agir, moldando-nos a uma forma de ser. Ocorrem conflitos por causa do desacordo entre tipo de temperamento introvertido ou extrovertido, experiências acumuladas, conceitos formados, e padrões de comportamento sugeridos pela sociedade. Nas relações conjugais, por exemplo, o psicólogo Carl Rogers (1902-1987) concluiu que Numerosos problemas desenvolvem-se na medida em que tentamos satisfazer as expectativas do outro&#8230;, e que não devemos nos afeiçoar pelos desejos, regras e papéis que os outros insistem em impor-nos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabemos que limites são importantes para o adequado convívio. Não se defende aqui a abolição de leis e regras, já bem explicadas por pensadores de outros séculos, como Thomas Hobbes (1588-1679), por sua afirmação de que O homem é o lobo do homem, e Voltaire (1694-1778), ao comparar: Para que uma sociedade consiga sobreviver, fazem-se necessárias as leis, assim como as regras para os jogos. A ordem política tem o seu papel na regulação do convívio entre os homens. No entanto, nos revestimos destes papéis ao usar as máscaras sociais e agimos apenas em conformidade a eles. Tal fato oculta poder, vez que imputamos limitação a nós mesmos seguindo rigorosamente as diretrizes que cada papel determina. Não nos inquietamos a ponto de refletir sobre se devemos pensar e agir diferentemente do que estamos acostumados. Não ousamos participar mais dos acontecimentos. Um exemplo é a idéia de que política deve ser realizada apenas por político ou quem detém o papel deste setor para lidar com os assuntos pertinentes. Nos enganamos. Podemos e devemos ser mais presentes em assuntos dessa natureza. Já se provou que a opinião popular é importante e tem peso, não só nas eleições, mas na luta pelos direitos democráticos, em processo de impeachment presidencial, referendo, etc. Basta usar a máscara para este tipo de necessidade e exercitar o seu papel.</p>
<p style="text-align: justify;">Não nos damos conta de que respeitamos em exagero os limites dos papéis sociais e por tal razão criamos uma mentalidade enrijecida. Agimos desta forma despercebidamente desde bem pequenos. Cremos que outros papéis como o de pessoas de talento, bem sucedidas, com carreira em dada profissão etc, servem apenas para quem já os exerce. Entretanto, muitos são os papéis a serem utilizados até se chegar onde o sonho alcança. Outra questão crucial é o medo e a obediência incondicional a que nos sujeitamos mediante personagens que usam máscaras de posição social ou hierarquia acima da nossa. Simplesmente obedecemos ou nos queixamos às escondidas sem propor idéias e pontos de vista contrários, que podem, conforme a ocasião e a necessidade, serem surpreendemente melhores.</p>
<p style="text-align: justify;">Por detrás de toda máscara há um ser humano tentando sobreviver em seu meio, buscando a adaptação à sociedade ou grupo ao qual pertence. Portanto, os papéis são importantes. Segue-se, porém, que é relevante a capacidade potencial que todos possuem para desenvolver a criatividade, autonomia e ações pessoal e comunitária. Mas para dinamizá-la, urge reconhecer as múltiplas possibilidades a se desempenhar por meio de novos e essenciais papéis, além dos que já temos.</p>
<p style="text-align: justify;">Há o poder que prende e o que liberta. Podemos crescer em outro papel, libertando-se da idéia prisioneira de limitação. A vida é repleta de oportunidades, mas se não acreditarmos em nossa própria capacidade, nada acontecerá. Escolha uma nova máscara ou melhore o desempenho das que já usa. Aproprie-se do poder que há em cada papel. Máscaras sociais que antes pareciam impossíveis de lhe pertencer estão mais próximas do que você supõe. Com que máscara deseja triunfar?</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.pensar21.com.br/2009/04/o-jogo-das-mascaras-sociais/' addthis:title='O jogo das mascaras sociais '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pensar21.com.br/2009/04/o-jogo-das-mascaras-sociais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

